Pular para o conteúdo principal

Seleção da República Rio-Grandense

Eu adoro viajar na maionese e pensar em coisas possíveis de terem acontecido. Uma das que mais me vem à cabeça é aquela que comentei há pouco: e se a República Rio-Grandense tivesse se mantido e se consolidado? Bom, não quero discorrer sobre isso (embora já tenha dado uma palhinha no tópico anterior), mas gostaria de me prender nesse assunto em relação ao futebol (aliás, tenho falado demais sobre futebol, né? Preciso ler um pouco menos de caderno de esportes para ter outros assuntos a tratar). Uma vez República Rio-Grandense e independente, imaginem nossas seleções de futebol.

Pois bem, vou começar uma série de posts falando da campanha da seleção de futebol nas Copas de 1994 em diante. Estaríamos em todas elas, seguramente, e o Brasil seria Tri ainda hoje, enquanto que nós tb teríamos levado alguns canecos. Abaixo, só como aperitivo, seguem as Seleções de 2006 e 2010:

2010

Renan (goleiro)
Maicon (Lateral-direito)
Bolívar (Zagueiro)
Anderson Polga (zagueiro)
Michel Bastos (lateral-esquerdo)
Adilson (volante)
Tinga (volante)
Anderson (meia)
Ronaldinho (meia)
Carlos Eduardo (atacante)
Rafael Sóbis (atacante)


2006

Renan (goleiro)
Maicon (lateral-direito)
Bolívar (zagueiro)
Anderson Polga (zagueiro)
Michel Bastos (lateral-esquerdo)
Émerson (volante)
Tinga(volante)
Anderson (meia)
Daniel Carvalho(meia)
Ronaldinho (meia)
Rafael Sobis (atacante)


No próximo post, falarei da campanha imaginária de 2006.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INSPIRAÇÃO, POR ONDE ANDAS?

Como já é possível perceber, estou há muito tempo sem escrever por aqui. Não é apenas por esse canal: eu realmente não mais tenho conseguido palavras para expressar, por meio de textos, meus pensamentos (e garanto que não são poucos!). É interessante que, falando, ou melhor, dialogando com alguém, eu consigo trazer à tona diversas reflexões sobre os mais variados assuntos, mas ultimamente tem sido um sacrifício transportá-las para o "papel".  Estou há poucos dias de férias e resolvi, com o fim de apenas entreter-me, acessar esse meu blog e conferir meus textos antigos. Fiquei impressionado. "Quem é esse que escreve tão bem?", perguntei-me. Sem falsa modéstia, tenho o dom da escrita, ou ao menos tinha, pois parece-me que tal dom "escapou-me pelos dedos", como se o teclado em que digito ou a folha sobre a qual passeia a caneta que venho a empunhar emanassem um sopro de desinspiração, esvaziando a minha mente. "Onde eu estava mesmo...?" é a pergun...

A HISTÓRIA DA MINHA VIDA #1: PRÓLOGO

Toda história tem um prólogo. Não é possível imaginarmos que qualquer fato tenha uma origem em si mesmo, sem nenhum motivo anterior. Nem mesmo o universo (e a sua história) vieram do nada: Deus deu o pontapé inicial, e apenas Ele, Deus, não tem uma razão externa para existir, pois é eterno e fora da natureza. Nossa história não começa no nascimento, mas vem de muito antes. Na verdade, seria possível dizer que, caso quiséssemos, sinceramente, elaborar um prólogo fiel de nossas vidas, seria preciso retornar à origem do universo. No entanto, por razões óbvias, se a ideia é criar alguma introdução para a nossa biografia (ou simples livro de memórias), então imagino que o melhor a fazer é limitá-la aos nossos pais, pois são nossas referências biológicas e sociais mais diretas. Minha vida, ou o projeto que se tornaria a minha vida, começou no dia em que meus pais se conheceram, pois ali se encontrava a grande e objetiva propulsão que resultaria, cerca de dez anos depois, no meu enc...

A BELEZA E A SABEDORIA DE UMA NOITE DE CÉU ESTRELADO

Estou encerrando minhas férias, e os últimos dias desse meu período de descanso estão sendo no humilde, acolhedor e familiar balneário de Rondinha, situado na cidade de Arroio do Sal, no litoral norte do Rio Grande do Sul. Encontro-me com minha amada esposa Roberta e minha maravilhosa filhinha Glória na casa de meus grandes amigos Douglas e Elias e, nesse exato momento, madrugada do dia 03 de março de 2019, digito essas reflexões embalado por uma rede confortável suspensa em uma varanda ampla e muito agradável, ao mesmo tempo em que escuto o som dos grilos, sapos e outros animais noturnos, vez que outra interrompidos pelos ferozes latidos de cães em torno de uma cadela no cio. Sinto sob os meus pés a grama úmida pelo sereno, inspiro o aroma da noite e seus perfumes tomados das plantas ao meu redor e do mar, tão próximo daqui. Então, mais importante do que todas essas percepções, ergo minha cabeça e contemplo um céu estrelado, muito mais estrelado do que estou acostumado a observa...