Pular para o conteúdo principal

Livro em desenvolvimento

Como alguns sabem, estou elaborando o segundo livro da saga "A Armadura", continuação de "Em Busca de Ancamung". A obra se chama "A Tábua-Guia".

É complicado escrever um livro, mas a dificuldade é compensada pela diversão, afinal, não há nada melhor do que dar asas à imaginação. Comecei "A Tábua-Guia" em julho de 2008, antes mesmo de lançar a primeira versão impressa de "Em Busca..." (que se deu em agosto de 2009), e ainda não terminei em função de muitos compromissos profissionais, acadêmicos e concurseiros. Ultimamente, graças a Deus, consegui um tempinho para revisar algumas coisas, ajeitar uns detalhes e prosseguir na digitação da aventura.

Posso garantir que "A Tábua-Guia" já é muito melhor do que o livro 1. Logo, quem curtiu a primeira parte da trilogia, vai perder o fôlego no segundo volume da saga. Muitos detalhes são revelados, novos herois no lado do bem, novos vilões no do mal, batalhas homéricas, o confronto entre a fé e a magia, romances, enfim, tudo o que uma aventura pede e mais um pouco. Espero terminá-lo até o fim do próximo verão.

Para aquecer os motores e deixá-los com um pouco de água na boca, postarei, em seguida, o primeiro capítulo. Não pensem que se trata da única parte pronta, pois, apenas para vocês terem ideia, enquanto o livro anterior tem, de história propriamente dita, 230 páginas, o novo já possui 311 (fonte Times, tamanho 18).

De qualquer forma, contentem-se, por enquanto, com essa amostra, pois quanto ao restante... aguardem!

Comentários

  1. Sou muito privilegiada de ter um namorado tão talentoso, além de outras incontáveis qualidades!
    Já pude ler uma parte desse segundo livro e adorei!Depois dessa introdução, fiquei ainda mais curiosa!Parabéns, te amo muito!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

O SHOW NÃO PODE PARAR

Ontem, eu, a Roberta e a Glória fizemos uma programação de domingo diferente da que estamos acostumados: fomos ao circo! Sim, foi a primeira vez que a Glória assistiu a malabaristas, acrobatas e contorcionistas! Também houve um show de mágica que lhe encheu os olhos, além, é claro, de toda a magia do lugar. O circo é o "Park Las Vegas" e está instalado aqui em Porto Alegre na avenida Juca Batista, próximo ao Zaffari Ipanema, desde o início de março, e por mais de dois meses não puderam trabalhar . Isso significa que não conseguiam ganhar dinheiro para o seu pão de cada dia por todo esse período. Os dias foram passando, as semanas, os meses. Sem condições financeiras mínimas para sua própria subsistência, sequer poderiam sair de lá. Nesse período, depois que rarearam seus recursos, passaram a ser auxiliados pela comunidade, que começou a lhes fazer doações de todo tipo, especialmente de alimentos. Era triste passar por ali e ver o circo todo montado, acompanhado de um pa...

RESENHA -A QUARTA TEMPORADA DE “LA CASA DE PAPEL”: UMA CRÍTICA NORMAL (COM ALGUNS SPOILERS)

Ontem à noite , eu e minha esposa acabamos de assistir à quarta temporada de “La Casa de Papel”, série espanhola de tremendo sucesso e que certamente terá uma quinta temporada. Como o título de minha crônica aponta, essa é uma crítica “normal”, ou seja, limitar-me-ei a aspectos técnicos da atração, apesar de eu não ser um cineasta. Em breve, contudo, apresentarei outra que cuidará de outros pontos. “ La Casa de Papel” tem uma história que poderia ser limitada a uma única e longa temporada, ou, talvez, a uma trilogia de filmes. Enquanto os “flashbacks” são ocasionais na primeira temporada, nas seguintes são cada vez mais frequentes. Embora eles se mostrem r elevantes para mostrar todo o planejamento, inspiração e, a fim de não haver margem para qualquer “ponta solta” no assalto, previsão, f ica evidente que seu verdadeiro objetivo é alongar o show. Claro, muitos discordarão disso, mas essa é a minha opinião. Além disso, fica claro que a série foi pensada originalmente ...

Seleção da República Rio-Grandense

Eu adoro viajar na maionese e pensar em coisas possíveis de terem acontecido. Uma das que mais me vem à cabeça é aquela que comentei há pouco: e se a República Rio-Grandense tivesse se mantido e se consolidado? Bom, não quero discorrer sobre isso (embora já tenha dado uma palhinha no tópico anterior), mas gostaria de me prender nesse assunto em relação ao futebol (aliás, tenho falado demais sobre futebol, né? Preciso ler um pouco menos de caderno de esportes para ter outros assuntos a tratar). Uma vez República Rio-Grandense e independente, imaginem nossas seleções de futebol. Pois bem, vou começar uma série de posts falando da campanha da seleção de futebol nas Copas de 1994 em diante. Estaríamos em todas elas, seguramente, e o Brasil seria Tri ainda hoje, enquanto que nós tb teríamos levado alguns canecos. Abaixo, só como aperitivo, seguem as Seleções de 2006 e 2010: 2010 Renan (goleiro) Maicon (Lateral-direito) Bolívar (Zagueiro) Anderson Polga (zagueiro) Michel Bastos (lateral-esqu...